Field notes, v4141
Page 79
Image from the Biodiversity Heritage Library. Contributed by Museum of Vertebrate Zoology, University of California, Berkeley. | www.biodiversitylibrary.org
Transcription
Y. Leite 1998 Diário 17 abr Irlanda, que me informou que seria quase impo (cont.) sível identificar a fazenda só pelo nome, pois o arquivo está ordenado por ordem al fabética de proprietários. Voltei para casa e logo depois chegou a Lina Fraga, professo ra em Caravelas e mãe do Guilherme Fraga Dutra, responsável pelo escritório do CI na cidade. Ela trouxe uma cópia xerox da Monografia Histórica de Caravelas, de autoria de Benedito Pereira Ralile, publicada em 1949. Nela, ele menciona a colônia agrícola Leopoldina, no vale do Rio Peruípe, estabe ecida em 1818 e formada por suíços e cuja base econômica era a produção de café. Resolvemos então ir embora pela BR 418 que corta o vale do Rio Peruípe, para tentarmos achar onde era a Fazenda (ou Colônia) Leo poldina. Arrumamos o carro, almoçamos com a Cecília e deixamos Caravelas antes das 4 da tarde. Pegamos a BR 418 e curtimos uma monótona paisagem dominada totalmen te por monoculturas de eucalipto da Bahia Sul Celulose. Estávamos procurando o povo do de Peruípe, às margens do rio de mes mo nome, de acordo com a carta do IBGE (escala 1:250.000, folha Rio Doce). No entanto,