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Transcription
Y. Leite
1998
15 dez de ficar em gravatas e palmeiras ("coco preto")
(cont'd) cutucamos varias plantas na parte sul
da praia, mas nao achamos nada. Depois
do almoƧo fomos ate a parte norte da
praia e encontramos o Adriano que re_
solveu procurar o cururua conosco. Ele dis_
se a mesma coisa sobre os habitos do
cururua e falou tambem que ele gosta
mais de areas de capoeira (vegetacao baixa_
com muitas lianas) do que de mata "virgem"
onde fica o "barriga-branca" (Trinomys).
Cutucamos varias plantas, mas tambem_
nao achamos nada. Fomos para casa e
voltamos a noite com lanternas. Saimos
da casa do Adriano as 9:00 da noite e
por volta de 9:30 eu vi um cururua. Era
bem grande (mais de 20 cm de corpo) e es_
tava subindo um cipo bem na frente dos_
meus olhos. Como vi o corpo dele e nao_
o brilho dos olhos, logo o perdi de vista.
O Adriano o encontrou logo acima ha me_
os de 5 m de nos. Meio apressado, mirei_
mas costas dele mesmo e atirei. Nao sei
como, consegui errar o tiro, o bicho desa_
pareceu e uma grande frustracao se formou.
Continuamos andando por algumas horas e_